Thursday, October 9, 2014

CHEGA AO MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO A “CAPELA DA NONNA”, DE CANDIDO PORTINARI




Inédita na capital, a mostra reproduz os murais da capela que reúne um dos mais importantes acervos de obras sacras de Candido Portinari, em Brodowski (SP)
A partir de 7 de outubro (terça-feira), os paulistanos poderão conhecer um dos mais importantes conjuntos de obras sacras de Candido Portinari. A exposição "Capela da ‘Nonna’: Fé, Religiosidade e Arte" estará em exibição no Museu de Arte Sacra de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura do Estado. A mostra reproduz, em dimensões reais, por meio de painéis e recursos cênicos, a beleza dos murais que Portinari pintou, em 1941, nas paredes da capelinha que ele mesmo mandou construir dentro de casa da família, em Brodowski (SP), para que a avó Pellegrina, já doente, pudesse fazer suas orações.
“Trata-se de um dos conjuntos mais importantes na vida e obra de Candido Portinari. É a primeira vez que levamos uma exposição de Brodowski para São Paulo, e em parceria com o Museu de Arte Sacra”, explica Angelica Fabbri, diretora da ACAM Portinari que administra o Museu Casa de Portinari, em parceria com a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
O espaço - Recriada com as mesmas dimensões e pinturas da capela original, a exposição traz impressos São Francisco de Assis, Santa Luzia, São Pedro, São José, São João Batista, a Sagrada Família, entre outras figuras religiosas admiradas pela família Portinari. Para pintar os santos, Candinho usou as fisionomias de seus parentes e amigos, uma tradição presente na pintura do século XV, principalmente entre artistas flamengos e italianos, e que foi retomada pelo artista.
Segundo Angélica Fabbri, a exposição em São Paulo também complementa a programação da recente reabertura do Museu Casa de Portinari, após dois anos em reforma e restauro. “Queremos alcançar novos públicos, fortalecer a relação da instituição com a comunidade, estimular o interesse na visita ao Museu e dar visibilidade a esse conjunto de arte sacra tão significativo e ímpar na obra de Candido Portinari”, conclui Angelica Fabbri.
Também fazem parte da itinerância uma releitura dos jardins do Museu Casa de Portinari, com os canteiros que formam a palavra DIO (Deus, em italiano), as roseiras cultivadas por Dona Domingas, mãe do artista, e textos com informações sobre a vida e obra de Portinari e a história do Museu. 
Museu de Arte Sacra
O Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma das mais importantes instituições do gênero no país. Sua instalação data de 28 de junho de 1970. Desde então, passou a ocupar a ala esquerda térrea do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista. Seu acervo é composto por coleções da Mitra Arquidiocesana, do Antigo Museu dos Presépios, da Ordem das Concepcionistas e de doações.

A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, última chácara conventual de São Paulo. Foi tombado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo CONDEPHAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979.

Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos XVI e XX, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 14 mil itens no acervo. O museu possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antonio Francisco de Lisboa, o “Aleijadinho” e Benedito Calixto de Jesus. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática.

Museu Casa de Portinari
Inaugurado em 14 de março de 1970, em Brodowski (SP), o Museu Casa de Portinari, instituição do Governo do Estado de São Paulo administrada pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo em parceria com a ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari), Organização Social de Cultura, tem como edificação a casa em que morou Candido Portinari durante sua infância e juventude, e para onde o pintor retornava regularmente para desfrutar longas temporadas em busca de inspiração.
O imóvel representa o marco concreto do vínculo do artista com sua terra natal, ligação que é celebrada e perpetuada em suas obras plástica e poética. O acervo artístico da instituição constitui-se, principalmente, por trabalhos feitos em pintura mural, nas paredes da casa. Entre os ambientes que mais se destacam, estão o ateliê, com os objetos de trabalho do artista, e a Capela da “Nonna”.
Em maio de 2014, o Museu foi reaberto o depois de um completo e minucioso restauro que durou cerca de dois anos, com nova expografia e a descoberta de um afresco inédito.




Serviço:

Exposição “Capela da 'Nonna': Fé, Religiosidade e Arte"
Abertura: 7 de outubro de 2014, terça-feira, às 11h
Datas: 8 de outubro a 15 de dezembro de 2014
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo (Avenida Tiradentes, nº 676 – Luz, São Paulo)
Informações:  (11) 3326.3336 - visitas monitoradas
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h

Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados

OBRAS RELIGIOSAS DE VICTOR BRECHERET OCUPAM O MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO



O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, exibe Brecheret e sua Visão do Sagrado, com curadoria de Sandra Brecheret Pellegrini e expografia de Haron Cohen. Composta por 35 esculturas, 4 desenhos e 4 fotografias, a mostra nos revela o lugar preponderante que a temática do sagrado ocupou na vida do escultor ítalo-brasileiro Victor Brecheret.

Ao longo de toda carreira de Victor Brecheret, seu impulso criativo é especialmente refletido em suas esculturas religiosas, sendo a primeira manifestação desse tema, que se tem conhecimento, a obra “Pietá”, por volta da primeira década do século XX. “Embora Brecheret nunca tenha se vinculado exclusivamente a temas religiosos, retornava sempre àquilo que transmitia sua criação interna, trazendo de dentro de si a sua fé.”, comenta Sandra Brecheret Pellegrini. Para a exposição no MAS-SP, foram selecionadas obras da coleção particular da curadora, da qual destacam-se Madonas, Virgens e Pietás confeccionadas em gesso e bronze, entre 1920 e 1940; Virgens com criança e Anjos, cenas bíblicas (Santa Ceia, Senhor dos Passos, Anunciação), crucifixos e santos (São Francisco, São Jerônimo, São Paulo) feitos em gesso, bronze patinado, terracota e madeira, nas décadas de 1940 e 1950; além de imagens masculinas, em sua maior parte dos anos 1940, esculpidas em gesso.

Ao longo de sua trajetória, dentro do universo religioso, Victor Brecheret concebeu esculturas que exibem seu cuidado e primor em todos os aspectos, inclusive em relação às características fisionômicas, como podemos observar nos Sacerdotes e Apóstolos, que exibem expressões faciais bem marcadas como se estivessem refletindo a busca de razões internas e meditações espirituais. Em Os Anjos e os Santos, o semblante é de felicidade, de certa forma nostálgico, relembrando o recebimento da luz divina. Já no final de sua vida, produziu esculturas delicadas, em barro cozido (terracota), se aproximando da estética do barroco brasileiro e demonstrando um preciosismo notável. De acordo com Sandra Brecheret Pellegrini, o ponto alto da escultura religiosa de Brecheret é, sem dúvida, a figura de São Francisco: “Explorada sob vários ângulos, tamanhos e formas, nos leva a acreditar que seja o santo de sua preferência, por seu amor à natureza.”.

A mostra Brecheret e sua Visão do Sagrado transmite todo o amor que o escultor sentia pelas artes plásticas, sentimento com o qual se dedicou inteiramente ao ofício. Ressalta seu brilhantismo na trajetória artística de uma obra que teve início no século passado e que permanece hígida, atual, moderna, provocante. Cativa a memória dos paulistanos, por sua presença através de esculturas espalhadas pela cidade, as quais conferiram à capital parte de sua identidade social e cultural.

Exposição: Brecheret e sua Visão do Sagrado
Artista: Victor Brecheret
Curadoria: Sandra Brecheret Pellegrini
Expografia: Haron Cohen
Assistente de expografia: Laura Navarro
Abertura: 18 de setembro de 2014, quinta-feira, às 19h
Período: 19 de setembro a 16 de novembro de 2014
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo                                                      www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326-3336 - visitas monitoradas
Horário: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h

Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados

Wednesday, October 8, 2014

Eliane Accioly Fonseca - Memória, Repetição e Outros Fragmentos - 15 de Outubro




ELIANE ACCIOLY FONSECA ABRE SUA PRIMEIRA INDIVIDUAL

A psicanalista, poeta e artista plástica Eliane Accioly Fonseca abre sua primeira mostra individual Memória, Repetição e Outros Fragmentos, composta por 18 telas onde traços fragmentados repetem memórias de encontros e desencontros no cotidiano, assim como de experiências que permeiam a existência de um artista.

Ao aceitar o desafio de fazer sua primeira exposição nesse momento de sua vida, os traços em suas pinturas vêm da forte capacidade intuitiva de uma vida dedicada a ajudar pessoas a encontrar seus próprios caminhos. É uma intuição trabalhada, o que é um paradoxo. Traços não heróicos e uma paleta de cores às vezes delicada, às vezes pujante, refletem as emoções que dominam seu ser ao criar uma obra de arte. A artista, intuitivamente, fragmenta traços, apaga formas, constrói camadas de tempo com cores e pinceladas que se sobrepõem e deixam rastros criando fragmentos de “memórias”.

Nas pinturas de Eliane Accioly Fonseca, predomina a dicotomia sombra e luz, regra primordial no mundo pictórico, onde uma afeta a outra, sendo a luz fundamental, mas inexistente sem a presença da sombra. Na sua paleta, a cor escura varia de tela para tela construindo a luz. A artista opta por tonalidades escuras, médias, e a luminosidade que dialogam.

A artista se considera como um produto de nossa cultura. “Vivemos hoje uma fragmentação do tempo humano, guerras pelo mundo; e, no entanto, o ser humano é bom, criativo e deseja a beleza; as telas não pertencem ao artista; a obra de arte tem vida própria; ela quer ganhar mundo”, define Eliane.

Exposição Memória, Repetição e Outros Fragmentos
Artista Eliane Accioly Fonseca
Abertura 15 de outubro de 2014, quarta-feira, às 19h
Período de 16 a 21 de Outubro de 2014
Local Club Athletico Paulistano – Sala de Artes Plásticas
Endereço Rua Honduras, 1400 – Jardim América

NEW CREATORS - Movimento - 09/10/2014


New Creators inaugura seu espaço conceito e abre a exposição coletiva Movimento, composta por fotografias, móveis de design, pinturas, esculturas, roupas e acessórios. A mostra conta com obras de 14 artistas plásticos, 4 fotógrafos, 6 designers de produto, 5 designers de acessório e 5 estilistas.
Para o evento de inauguração, o tema é movimento: movimento como ação. Ao longo do dia, as paredes da New Creators exibem pinturas, esculturas, fotografias e gravuras que, pelo ponto de vista da curadoria da mostra, representam movimento. Alguns designers participam da exposição com móveis que de certa forma tenham mobilidade em sua estrutura, ou que facilitem a vida do usuário no dia-a-dia. Os Creators de moda também apresentam suas peças de roupa que traduzem o tema através de seus cortes e escolhas de tecidos – esses parceiros desenvolverão uma coleção cápsula exclusiva para a New Creators. Além disso, o público visitante poderá assistir a uma performance do artista Felipe Vasconcelos e a uma sessão de live painting com RevoluE.



Evento: Inauguração do espaço conceito New Creators e abertura da exposição Movimento
Creators
ARTES PLÁSTICAS: Allann Seabra, Diana Motta, Fabio Rheinheimer, Hudson Melo, Karina Sato, Mari Liberali, Studio TOKA 
DESIGN: 80e8,Daniel Usine, Gustavo Dias, Hugo Sigaud, Manu Reyes
FOTOGRAFIA: Antonio Emygdio, Baillistas, CatharinaSuleiman, Melissa Haidar, Renata Angerami
MODA: Bianca Bertoni, Débora Mangabeira, Luiza Dias, PriscillaFrança, Tarjas 
PERFORMANCE: Felipe Vasconcelos
LIVE PAINTING: RevoluE
Curadoria: Flavia Trindade e Mariana Jacinto
Data: 9 de outubro de 2014, quinta-feira, das 17h às 22h
Período de exposição: De 10 de outubro a 8 de novembro de 2014

Local: New Creators – http://newcreators.art.br/
Rua Lisboa, 281 - Pinheiros – São Paulo, SP

Tel.: (11) 3804 9923
Horário: De segunda a sexta-feira, das 10h às 20h; Sábado, das 10h às 16h






Monday, May 12, 2014

Criterio Fixed 2014 - RJ - 17 de Maio


Alex Bueno de Moraes, produtor cultural, galerista e colecionador de fotografias, traz para o Brasil o formato Criterium de competição de ciclismo, com a primeira edição da Criterio Fixed, que acontece no Rio de Janeiro, no dia 17 de maio, a partir das 19h.

Em circuito urbano fechado, ao ar livre, este formato de prova se diferencia pelo tipo de bicicleta usado, as quais não possuem freio, com pinhão fixo na roda, mecânica simples que deriva das bicicletas de velódromo. Nesta edição, as provas acontecem à noite, em circuito de 1.8km (cada volta) ao redor do Estádio do Maracanã e a infra-estrutura do evento conta com ambulâncias, equipe de socorristas, sistema eletrônico de cronometragem e apuração de resultados. As provas são divididas em 3 categorias, sendo uma feminina e duas masculinas. A categoria feminina tem a distância total de aproximadamente 10.8km, em 6 voltas e o uso de freios é permitido. A categoria 1 masculina tem uma distância aproximada total de 25.2km, em 14 voltas e os freios são proibidos, assim como na categoria 2 masculina, cuja distância total perfaz o total aproximado de 18km, em 10 voltas. Para todas as categorias, o ciclista que levar uma volta do líder será eliminado e deverá sair do circuito imediatamente.

A prova de Criterium Fixed já foi realizada no Chile, em 2013, país que se juntará ao Brasil para a formação da Federação Latino-Americana de Criterium Fixed. Cada competidor terá sua pontuação nas provas, sendo que o vencedor da prova chilena virá ao Rio de Janeiro, competir na Criterio Fixed

Ao trazer este tipo de prova para o país, Alex pretende disseminar uma cultura esportiva antiga, mas pouco conhecida entre os brasileiros. Apesar das inscrições serem abertas a qualquer pessoa, além de habilidades técnicas, o competidor deve ter um alto nível de aptidão física. “Os competidores da Criterio Fixed podem ser comparados à ‘Tropa de Elite’ do ciclismo.”, comenta Alex, sugerindo que a modalidade possui suas dificuldades limitadoras.

Premiação
Cat1 Masculino
Quadro Mataro Low da Aventón Bikes; Hip-Pack da Psicodrome; T-shirt da Psicodrome; Bici-Rolo da Psicodrome

Cat2 – Masculino
Quadro swallow da Tre3e; T-shirt da Psicodrome; Sessão na Back to Black Classic Tattoos no valor de R$400; Bici-Rolo da Psicodrome; Kit com Selim Titã e uma fita de guidão

Cat Feminima
Bike fixa da Eight Bike; Hip-Pack da Psicodrome; T-shirt da Psicodrome; Bici-Rolo da Psicodrome

SERVIÇO
Evento: Criterio Fixed
Idealizador: Alex Bueno de Moraes
Data: 17 de maio de 2014, sábado, a partir das 20h
Local: Estádio do Maracanã
Endereço: Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro
Inscrições: R$ 70,00 - apenas pelo site http://www.criterio.cc/



Show de Talentos 2014 - Maria Pia Trussardi



MARIA PIA TRUSSARDI – SHOW DE TALENTOS 2014

Maria Pia Trussardi organiza, em 2014, a oitava edição do Show de Talentos, com coordenação de Piella Querido e Daniela Somlo. Após grande sucesso da edição de 2013, o evento de caráter beneficente, conta com a colaboração de vários amigos, personagens influentes da sociedade paulistana, seja apresentando as atrações ou cantando.
Apresentadores: Ale Furmanovich, Ana Maria Velloso, Bel Foz, Bruno Astuto, Cris Tamer, Cristiana Trussardi, Daniel Al Makul, Duda Derani Correa, Gabriel Belli, Gabriela Baumgart, Isabella Fiorentino, João Araujo, José Antonio Castro Bernardes, José Eduardo Kalil, Lianinha Moraes, Lucia Faria, Luciana Belli, Lucila Matarazzo, Maria Zilda Araujo, Mariangela Bordon, Marina Mantega, Mauricio Monteiro, Mauricio Querido, Otávio Mesquita, Piella Querido, Rafael Medina, Rafael Ugolin, Rafael Vettori, Renata Kalil, Renata Moraes, Rodrigo Trussardi, Rosman Bras, Sofia Foz, Tatiana Pilão, Theo Tuch, Tizi Foz, Tony Mendes e Victoria Andrade.
Interpretes: Ana Silvia Maluf, Carlito Gini, Dado Foz, Daniel Al Makul, Edinho Veneziani, Ivan Zarif, José Eduardo Kalil, José Graziano, Liliana Accorsi, Luna Fiorentino, Mabi Ribeiro do Valle, Maria Fernanda Castro, Maria Pia Trussardi, Pepeu Cunha Correa, Piella Querido, Pietra Pilão, Rafaela Mesquita, Sandro Barros, Sofia Derani e Sofia Koln Rudge Ribeiro.

Evento: Show de Talentos 2014
Direção, Organização e Produção: Maria Pia Trussardi
Coordenação: Piella Querido e Daniela Somlo
Instituição beneficiada: Creche Mãe do Salvador

Data: 13 de maio de 2014 – Terça-feira – às 20:30h
Local: Teatro Alfa
R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, São Paulo

Wednesday, April 23, 2014

Museu de Arte Sacra - Barro Paulista



Exposição traça a passagem do tempo por meio de esculturas em barro cozido

O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura, exibe Barro Paulista, com curadoria de Dalton Sala e expografia de Maria Alice Milliet. A mostra conta com cerca de 50 esculturas e tem como intenção reapresentar a arte colonial paulista do século XVII, a partir do acervo do MAS/SP, estudando e mostrando as imagens em terracota (ou barro cozido) feitas na Capitania de São Vicente, e depois na de São Paulo.

Em uma sociedade onde o poder emanava de ordens religiosas – especialmente jesuítas, franciscanos e beneditinos -, a produção de imagens sacras acompanhava a evolução dos costumes, as oscilações econômicas e as transformações sociais vividas pelos vicentinos e, posteriormente, pelos paulistas. A exposição Barro Paulista traz uma série dessas imagens - com especial enfoque para a produção do período em que as expedições armadas (conhecidas como bandeiras paulistas) reconheceram, expandiram e defenderam o território colonial português -, tendo como destaques cinco esculturas: São Francisco Xavier, São Francisco de Paula, Nossa Senhora da Purificação, Santo Amaro e São Francisco das Chagas. O projeto expográfico integrará à mostra alguns altares, caracterizando o culto doméstico em que estas imagens eram utilizadas, paralelamente à sua presença em igrejas e conventos.

Para Dalton Sala, a escolha dos objetos a serem expostos ocorreu em função de uma tripla perspectiva: pelo valor histórico das peças, enquanto documentos significativos de um passado importante para a formação do Brasil; Pela importância do acervo do MAS/SP; E, por último, pelos valores estético e artístico conferidos em cada obra. Em suas palavras: “(...) essas imagens são a fina flor da arte paulista e muitas delas foram feitas entre os séculos XVI e XVII: ou seja, 100 ou 150 anos antes das imagens em madeira que caracterizam o período do ouro de Minas Gerais, conhecido vulgarmente como barroco mineiro. Além dessa antiguidade, deve-se ressaltar a raridade, pois as terracotas são bem menos numerosas que as imagens entalhadas em madeira”.

Assim, a proposta é reunir esta imaginária cotidiana da sociedade colonial, evidenciando não apenas seu valor como objetos estéticos e de culto, mas enfatizando os itens como documentos que nos permitem compreender tal época em seus múltiplos aspectos.


Exposição: Barro Paulista
Curadoria: Dalton Sala
Expografia: Maria Alice Milliet
Abertura: 29 de abril de 2014, terça-feira, às 19h
Período: 30 de abril a 8 de junho de 2014
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo  www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São PauloTel.: (11) 3326-5393 - visitas monitoradas

Horário: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados





Thursday, April 17, 2014

Antonio Sobral - Força Latente - dconcept escritorio de arte




Antonio Sobral traz seu “desenho expandido” para a Força Latente no dconcept Escritório de Arte

dconcept Escritório de Arte abre a mostra Força Latente do artista plástico, desenhista e cineasta Antonio Sobral com 25 obras entre desenhos, colagens, pinturas, backlights e fotografias  que se pretendem anti-ilustrativas buscando a liberdade anterior a um conceito formal: “a experiencia do mundo e a da linguagem no devenir”.
Antonio Sobral está sempre se colocando na posição do experimentar e ousar constante. Sua abordagem em técnicas previamente utilizadas como a colagem e o desenho, mostra-se distinta em trabalhos recentes onde procura atingir metas de intimismo e espontaniedade de uma forma direta. Ao optar pelos pequenos formatos busca uma escala não sublime e sim humana. “Formas simples e símbolos primeiros balizam a espontaneidade num universo frágil e colorido” define o artista.
Seus desenhos se desvincularam de temas permitindo a seu instinto, na repetição dos gestos, criar novos padrões esteticos unindo formas e cores. Nas palavras de Sobral, “trata-se de mimeticamente desenhar como o cerebro pensa: associativamente, contraditoriamente, auto-referencialmente, e relativamente”. Seu pensamento crítico a cerca do mundo que habita faz com que seus recentes trabalhos eixbam questionamentos ao inconformismo da padronozação do ser humano e busque o instinto e a consciencia de sua própria vontade.
Força Latente reúne trabalhos onde Sobral se mostra “à margem de códigos sociais que condicionam a produção de imagens” mas também remete ao expressionismo abstrato dos anos 1980, sempre mantendo sua abordagem intimista.


Exposição: Antonio Sobral – Força Latente
Abertura: 23 de Abril de 2014, às 19h
Período: De 24 de Abril a 24 de Maio de 2014
Local: dconcept escritorio de arte – www.dconcept.net  
Al. Lorena, 1257, G1/C3 - Vila Flávio de Carvalho - Jardins – São Paulo, SP
Tel.: (11) 3085 5006  
Horário: Segunda a sexta-feira, das 14h às 19h. Sábado, das 11h às 15h


Wednesday, March 26, 2014

Galeria LUME - SP-Arte 2014



Galeria Lume leva fotografias, esculturas e desenhos à SP-Arte 2014

A Lume, na SP-Arte 2014, destaca criações de três artistas contemporâneos representados pela galeria: Kilian Glasner, Florian Raiss e José Guedes. O conceito elaborado para esta edição gira em torno de temas recorrentes na história da arte, como o homem, o corpo e seus conflitos e dualidades. Nas palavras de Paulo Kassab Jr., diretor cultural da Lume: “Corpos em transformação, que ficam gravados como frações da existência contemporânea.

Kilian Glasner terá exposta uma pintura em pastel e carvão, realista e com perspectivas quase fotográficas, intitulada ‘’Anatomia do Fogo’’. Por sua vez, Florian Raiss apresenta uma nova série de esculturas, além de um Quadrúpede colorido inédito e outro de bronze patinado de grandes dimensões (170x100x70 cm). José Guedes participa com sua série “Piscinas”, fotografias que remetem ao universo de cores e magia, onde as formas padrão, abrem espaço para uma nova maneira de visualizar o objeto.

A Galeria LUME está presente na SP-Arte desde 2012, mostrando trabalhos de importantes profissionais tanto brasileiros como estrangeiros. Em sua intensa agenda de 2013, a LUME realizou exposições de nomes internacionais como Terry O’Neil e Laurent Chéhère, com a presença dos artistas, as individuais de Rodrigo Kassab, Gabriel Wickbold e Lúcio Carvalho, além da mostra Órbitas, de Florian Raiss e Paulo Von Poser. Para este ano, a agenda confirma participação da LUME nas feiras Paris Photo L.A., Art Rio 2014 e FRIEZE (Londres) – entre outras -, assim como as individuais de Maxi Cohen (norte-americana), José Guedes, Penna Prearo, Gal Oppido e Florian Raiss.

Galeria LUME – www.galerialume.com
SP-Arte 2014 – stand C11
Período: 3 a 6 de abril de 2014
Local: Pavilhão da Bienal - Parque do Ibirapuera, Portão 3
Horários: Quinta a Sábado, das 13h às 21h. Domingo das 11h às 19h.
Ingressos: R$ 40,00 [inteira] R$ 20,00 [meia entrada*]
*estudantes, pessoas com deficiência e idosos [mediante apresentação de documento]

José Guedes - Amarcord - Galeria LUME



Galeria Lume apresenta um recorte lúdico do mundo não específico de José Guedes

Galeria Lume abre a exposição Amarcord, do artista plástico cearense José Guedes, com curadoria de Paulo Kassab Jr. Composta por 10 obras entre esculturas, vídeos e uma intervenção, o artista mostra trabalhos de diferentes períodos de sua carreira, expondo uma história quase autobiográfica.
A obra de José Guedes se comunica pelo não dizer, no qual os acontecimentos persistem pela insinuação, e não a especificidade. Entre algumas obras expostas: balões de diálogos pintados em têmpera (sobre PVC) - onde a pintura oculta a linguagem e nos conta uma história diversa, no intuito de falar sentimentos ou expressar a imaginação do espectador -, um relógio - que marca as horas em uma ordem nunca vista, trazendo ao público o universo de Guedes, no qual as coisas seguem padrões distintos daqueles aos quais nos acostumamos -, um livro - que não se deixa abrir, encerrando-se em si mesmo e fazendo referência aos livros soltos em nossas prateleiras, à espera por serem lidos -, além da obra Fábula de um Arquiteto – por meio de uma estrutura de quadros, espaços geométricos pintados com tinta acrílica vermelha escondem frases do poema homônimo de João Cabral de Melo Neto.
Amarcord revela e reconstrói a realidade do artista, ajustando-a a seus critérios estéticos e criando novos significados, os quais são, comumente, críticas à nossa sociedade. Em toda sua obra, Guedes nos propõe uma infinidade de possibilidades, em um mundo onde o tempo no relógio é outro, as formas de enxergar são diferentes, e as cores versam – sincronia entre a tinta e o verso. “Foram-se os sons, restaram as cores e as formas, das letras ficaram as referências, o tempo mudou de lugar. Mesmo onde não há a palavra, pode haver poesia.”, conceitua Paulo Kassab Jr.

Exposição: José Guedes - Amarcord
Curadoria:
Paulo Kassab Jr.
Coordenação: Felipe Hegg
Abertura: 3 de abril de 2014, quinta-feira, às 19h
Período:  De 4 de abril a 24 de maio de 2014
Local: Galeria LUME – www.galerialume.com
Rua Joaquim Floriano, 711 – 2º andar – Itaim Bibi – São Paulo, SP
Tel.: (11) 3704.6268
Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h. Sábado, das 11h às 14h


Galeria PARALELO - SP-Arte 2014


Galeria Paralelo trabalha o conceito de “artista coletor” para a SP-Arte 2014

A Galeria Paralelo, seguindo sua proposta de trabalhar com a criação contemporânea em suas últimas manifestações, leva à SP-Arte 2014 artistas diversificados, com destaque para Bernardo Tejeda, Carolina Caliento, Ivan Cardoso, Luiz Hermano e Patricia Camet. O espaço baseia-se no conceito de “artista coletor”, recolhedor de elementos físicos ou imagéticos, somatórios ou desagregadores, com os quais as obras foram produzidas.

Na ocasião, Bernardo Tejeda apresenta a série “Epígono”, na qual o artista cubano radicado na Espanha fotografa bem de perto partes do próprio corpo, tirando desses fragmentos pessoais a tridimensionalidade. Carolina Caliento, por sua vez, mostra a série “Lugar Comum”, com pinturas sobre fotografias que retratam nossa sociedade. Ivan Cardoso expõe “Hélio no Saco Bolide”, na qual o artista utiliza-se da repetição de imagens como pigmentos de uma única fotografia. “Volta e Meia” é o título da obra de Luiz Hermano, a qual demonstra sua forte característica de reunir e transformar objetos, como se tratassem de letras de um texto feito para ser lido e interpretado pelo espectador. Por fim, Patricia Camet exibe “Emoticons”, um grande painel formado por embalagens de produtos variados, no intuito de despertar no público uma consciência ecológica sobre o ambiente ao seu entorno.

A Galeria Paralelo está presente na SP-Arte desde 2013, ano de uma intensa agenda de exposições como as individuais de Vermelho, Sérgio Guerra, Sylvia Martins e Ivan Cardoso, além da participação da galeria em eventos especiais e feiras nacionais e internacionais.

Galeria Paralelo – www.paralelogaleria.com.br
SP-Arte 2014 – stand C07
Período: 3 a 6 de abril de 2014
Local: Pavilhão da Bienal - Parque do Ibirapuera, Portão 3
Horários: Quinta a Sábado, das 13h às 21h. Domingo das 11h às 19h.
Ingressos: R$ 40,00 [inteira] R$ 20,00 [meia entrada*]
*estudantes, pessoas com deficiência e idosos [mediante apresentação de documento]

Ivan Cardoso - Conversa Aberta - Galeria PARALELO


A Galeria Paralelo promove a conversa aberta “Monstrutivismo: O Vampiro é Nosso”, com o curador Fernando Cocchiarale e o pesquisador Lúcio Agra, sobre a obra do artista Ivan Cardoso, que também estará presente no bate-papo.

O encontro versa sobre o trabalho de Ivan, o qual foi tema de exposição individual em 2013, na própria Paralelo, uma mostra produzida não só pela invenção poética e por novas imagens, pinturas e objetos do artista, como também pelo registro icônico de personalidades do universo cultural brasileiro, capturados por sua câmera. Nas palavras de Fernando Cocchiarale: “(...) tanto o cinema de Ivan Cardoso quanto suas outras obras têm por referências ícones da brasilidade. Mas, diferentemente do foco agro-rural que havia marcado essa questão até o pós-guerra, as referências apropriadas pelo artista são inversamente urbanas. Na verdade ele sequer trata de temas estritamente brasileiros já que múmias, vampiras, etc. são parte de um imaginário local que filtrou Hollywood e chegou às chanchadas da Atlântida.”

Em meio à intensa repressão instaurada pela Ditadura Militar, Cardoso inventou um cinema que, ao conceber a máscara do chamado terrir e a estética udigrudi, confrontava diretamente tal repressão e seus desdobramentos.

SERVIÇO
Conversa Aberta MONSTRUTIVISMO: O Vampiro é Nosso
Mesa: Fernando Cocchiarale, Lúcio Agra e Ivan Cardoso
Coordenação: Andrea Rehder e Flávia Marujo
Data: 1º de abril de 2014, terça-feira, às 18h
Local: Paralelo – www.paralelogaleria.com
Rua Artur de Azevedo, 986, Pinheiros – São Paulo, SPTel: (11) 2495-6876

Pierre Lapalu - O Etnografo Naif - Galeria PARALELO



 A Galeria Paralelo exibe O Etnógrafo Naïf, do artista plástico curitibano Pierre Lapalu, o qual também assina a curadoria da mostra. Trata-se de uma instalação narrativa, com 36 desenhos, sobre a vida e obra de um artista fictício criado por Pierre, chamado Joaquim Nunes de Souza, o qual teria produzido uma série de desenhos retratando pessoas no espaço urbano.
De natureza introvertida e origem humilde, Joaquim não tem formação acadêmica e nem aplica rigor científico em seus desenhos de observação, seu único meio de interação com a sociedade. Seu trabalho apresenta recortes de cenas do dia a dia - relances do cotidiano que permanecem em nosso imaginário -, revela protagonistas de pequenos detalhes da vida. Joaquim age como um “etnógrafo naïf”, fazendo um levantamento do tipo físico e do comportamento desses habitantes da cidade de Curitiba, em uma tentativa intensa de perceber a realidade social e entender a configuração local, da qual se sente excluído.
Apesar da linearidade em relação à cronologia da história de Joaquim, mostrada na exposição com disposição clara de início e fim, os desenhos foram feitos aleatoriamente, sendo que todas as pessoas retratadas, os locais dos textos e dos retratos, de fato existem (ou existiram). Acerca do processo criativo, Pierre comenta: “A escolha do desenho, basicamente nanquim sobre papel, dá-se pela facilidade que um artista teria de desenhar na rua, já que todos os desenhos seriam supostamente produzidos durante observações de populares em praças, terminais de ônibus e demais locais de convivência comum, mas que passam despercebidos pelos que ali transitam”.
Tomando a urbanidade como tema e o uso da ficção como mediação com o público, Pierre Lapalu nega a premissa do artista como um executor do próprio estilo, emprestando seus traços e jeito de desenhar a Joaquim. “(...) entendi que deveria procurar desenvolver a metamorfose que o traço e o estilo de um artista teria durante toda sua vida, pois o estilo muda conforme sua percepção vai se descolando da realidade, o que é observável pelo traço”.

SERVIÇO
Exposição: Joaquim Nunes de Souza – O Etnógrafo Naïf
Curadoria: Pierre Lapalu
Coordenação: Andrea Rehder e Flávia Marujo
Abertura:  29 de março de 2014, sábado, às 15h
Período:  31 de março a 3 de maio de 2014
Local: Paralelowww.paralelogaleria.com
Rua Artur de Azevedo, 986, Pinheiros – São Paulo, SP
Tel: (11) 2495-6876