Saturday, March 14, 2009

SP TV 12 de março - Stephan Schäfer

Livros da Biblioteca Mário de Andrade estão infestados de brocas

Os insetos se alimentam de papel o os funcionários da biblioteca estão mandando as obras para desinfestação.

....Fernando Rocha

Um tesouro da cidade de São Paulo está passando por uma transformação. Livros antigos e raros da Biblioteca Mário de Andrade, que eram devorados por insetos, começam a ficar livres da praga. São 210 mil livros correndo risco de desaparecer. "A gente já pega um livro e percebe que tem um bichinho, porque tem a sujeira e o livro está furado", afirma a Gerente de Apoio, Maria Marluce dos Santos. A ameaça é do pequeno inseto conhecido como broca. Ele prolifera principalmente em uma parte da Biblioteca Mario de Andrade onde quase todos os livros são muito antigos. E esse é o perigo "Os livros até a década de 70 eram confeccionados, principalmente a lombada a parte de colagem, com uma cola feita de estratos vegetais. E eles contém, exatamente, o alimento para os insetos”, diz o bibliotecário, Willian Okubo. Os livros são retirados da estante com muito cuidado. Quando os livros voltarem para a biblioteca eles vão estar exatamente na mesma ordem. "Exatamente se não nos perdemos todo o nosso controle de 200 mil livros que estão armazenados nessa biblioteca", explica a bibliotecária, Ilza Vogatto. Depois de serem limpos, página por página, eles são embalados. A letra "i" é para os infestados e "r" para os que correm risco. Todos são colocados em caixas com identificação do andar, corredor, estante e prateleira. Do centro cidade as caixas vem para um galpão na zona sul. O tratamento acontece dentro de uma bolha de plástico que recebe de uma vez 1.600 caixas. Esse equipamento retira todo o oxigênio e coloca nitrogênio. O que acontece? Sem oxigênio ninguém consegue respirar, nenhum ser vivo resiste, nem aqueles bichinhos bem pequeninhos. Depois de um mês, as caixas são retiradas da bolha e os livros voltam para a biblioteca sem as pragas. "Na realidade a gente está asfixiando eles. Para nós é um recomeço ", afirma o Especialista em Restauração, Stephan Schäfer. Para evitar reinfestações, as janelas dos 22 andares da biblioteca vão receber telas de proteção para impedir a entrada de insetos que se alimentam de papel.

Friday, March 6, 2009

Fabio Moon & Gabriel Ba - 10 pãezinhos & Monica Filgueiras na 284


Exposição Fabio Moon & Gabriel Ba
Exposição de Originais – 10pãezinhos + 284
Curadoria Monica Filgueiras
Local 284/ DASLU
Av. Chedid Jafet, 131 – 2º and.
Abertura 10 de março – terça feira – 19hs.
Período de 11 de março a 11 de abril de 2009.

Regina Silveira no Kunstmuseet Koge - Dinamarca


Regina Silveira, da Luciana Brito Galeria, abre a exposição “Tropel (reversed) Regina Silveira and the Great Attic”,no Kunstmuseet Koge Skitsesamling, o único museu da Dinamarca dedicado à arte em áreas públicas. A artista brasileira foi convidada, para inauguração do novo espaço de exposições da instituição por sua capacidade de criar obras que interagem com o ambiente e a arquitetura. Abertura sábado, 7 de março.

As criações de Regina Silveira ocupam os 500m² do piso superior anexo aos antigos prédios do museu. Uma área com 30 metros de comprimento por 14 metros de largura e um domo com 7 metros de altura. Regina Silveira é a primeira artista a intervir diretamente na arquitetura do novo espaço. Além de uma instalação no piso superior, a mostra tem também croquis, peças e filmes sobre a extensa carreira da artista, exibindo projetos com intervenções na arquitetura e nos ambientes urbanos através do planeta.

SERVIÇO:
Exposição: “Tropel (reversed) Regina Silveira and the Great Attic”,
Local: Kunstmuseet Koge Skitsesamling - Dinamarca
Norregade 29 – DK – 4600 Koge – www.skitsesamling.dk
Abertura: 07 de março de 2009
Período: 08 de março a 09 de agosto de 2009

Saturday, February 28, 2009

Patricia Kaufmann no SESC Rio Preto


Patrícia Kaufmann, após mostra de sucesso na Monica Filgueiras Galeria de Arte, SP em 2008, abre sua exposição A Essência da Aparência - Máscaras do Mito no SESC Rio Preto com 20 trabalhos compostos por caixas de acrílico com pinturas sobre papel, pinturas em acrílico sobre tela e objetos. Seu tema principal é a boneca Barbie, que agora completa 50 anos.
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Patrícia Kaufmann possui trajetória única. Vive dentro de uma Escola Militar, mas próxima às artes no atelier de sua mãe, até o final da adolescência quando vem para São Paulo. Após seu casamento, muda-se para o Rio de Janeiro no final dos anos 80 e conhece a Escola de Artes Visuais do Parque Lage onde estuda pintura, desenho vivo e história com artistas da “Geração 80”, tais como Beatriz Milhazes, Hilton Berredo, Daniel Senise. Retorna a São Paulo, se estabelece, monta atelier próprio onde trabalha até o momento. Suas obras participam de exposições, individuais e coletivas, em locais como Brasil, Estados Unidos, Finlândia, México, França e outros.
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SERVIÇO:
Exposição: Patrícia KaufmannMáscaras do Mito
Local: SESC Rio Preto – Av. Francisco das Chagas Oliveira,1333
São José do Rio Preto, SP-15090-190-Tel:(17) 3216-9300
Abertura: 5 de março, às 20 horas, com a presença da artista.
Período: 6 de março a 19 de abril de 2009
Horário: de terça a domingo, das 13h às 22h

Monica Filgueiras & AMCHAM - Happy Hour FRANCE

Monica Filgueiras e AMCHAM Brasil promovem exposição da artista plástica francesa Isabelle Ribot como evento integrante do HAPPY TUESDAY – FRANCE, onde estarão expostas 25 obras com 09 telas da série “Idoru”, trabalhos com temáticas de paisagens urbanas, diários de viagem, destaques da extensa produção da artista pertencente ao casting da Monica Filgueiras Galeria de Arte


Isabelle Ribot é natural de Paris, França e reside no Brasil há muitos anos. Artista dedicada a temáticas femininas e urbanas em suas criações, diz que ainda precisa aprender a falar de seu trabalho apesar de adorar fazê-los, adorar cortá-los. Suas obras possuem características inerentes a diários de viajantes, pintados e não escritos, retratando ambientes por onde passou, ou situações que não viveu. Tudo remete a sua ocupação favorita, sua maior conquista: criar, fazer arte!


SERVIÇO:
Evento: HAPPY TUESDAY – FRANCE
Isabelle Ribot – Exposição de pinturas
Data: 03 de março de 2009 – das 19 às 22:00hs.
Local: AMCHAM Business Center – para convidados e/ou associados




Friday, February 13, 2009

Macaparana na Espanha

O artista plástico brasileiro Macaparana abriu nesta quinta-feira, 12/02, sua primeira exposição individual internacional na Galeria Cayón, em Madri, na Espanha, colocando em exibição um conjunto de 35 trabalhos, entre pinturas, esculturas e relevos elaborados no período de 2000 a 2009. A mostra reúne trabalhos de diferentes séries e suportes e mostra sua diversidade na criação. Simultaneamente, os trabalhos do artista são parte da ARCO 2009 nos espaços de suas galerias: DAN Galeria (Brasil) e Galeria Jorge Mara – La Ruche (Argentina).

Thursday, February 12, 2009

Os 50 anos da Barbie


fonte: site Portal UseFashion - 11/02/09


O próximo dia 9 de março será comemorado pela fabricante americana de brinquedos Mattel em virtude dos 50 anos de criação da primeira versão da Barbie. Mas ainda antes disso, nesse próximo sábado, dia 14, exatos 50 renomados designers (Anna Sui, Calvin Klein, Diane von Furstenberg, Peter Som, Tommy Hilfiger...) prestarão sua homenagem à boneca, com um desfile especial na Semana de Moda de Nova York.

Na próxima semana, traremos uma matéria especial com esses looks, mas já adiantamos o assunto com a reprodução integral de um artigo sobre a Barbie publicado no UseFashion Journal de janeiro/fevereiro de 2009.

Nele, Kátia Canton*, PhD em Artes Interdisciplinares, situa historicamente o momento de criação da boneca e depois relaciona com uma exposição de artes sobre ela, feita no ano passado por Patrícia Kaufmann. O trabalho da artista aborda o sexy recatado de Barbie de forma mais picante e ousada. Já para quem quiser ver uma coleção de imagens das bonecas ao longo dos anos, fica a dica desse link. Boa leitura a seguir...

Máscaras do mito

Por Katia Canton

A cada segundo, duas bonecas Barbie são vendidas em algum lugar do planeta. A estatística, revelada numa pesquisa na internet, nos dá a ideia da potência desse mito, que ao longo dos últimos quase cinquenta anos, tornou-se o paradigma do ideal de beleza feminino.

Barbie foi criada no final dos anos 30, pelo casal Ruth e Eliot Handler, cuja filha, Bárbara, gostava de vestir e trocar suas bonecas. O casal Handler, dono da empresa de brinquedos Mattel, resolveu lançá-la na Feira Anual de Brinquedos de Nova York em 1959, vendendo-a ao preço de 3 dólares cada. A tiragem inicial de 340.000 Barbies esgotou-se rapidamente e novos modelos se seguiram no tempo, aumentando exponencialmente a popularidade da boneca.

Ironia do fato histórico: a boneca surgiu em plenos anos 1960, marcados pela reivindicação das liberdades pessoais e pelo feminismo, que entre outras coisas, contestava a passividade da mulher-objeto. Pois, enquanto feministas norte-americanas queimavam sutiãs em praça pública, a Barbie passava a ocupar locais privilegiados nas prateleiras das lojas de brinquedos, com sua figura loira de olhos azuis, sexy, magérrima e ao mesmo tempo curvilínea, vestida com modelos exuberantes, preferencialmente na cor rosa.

A grande particularidade, que gerou o sucesso imediato da Barbie, é o fato de ela não ser uma boneca-menina, mas sim, uma boneca-mulher. Seus criadores perceberam que, no contexto da sociedade moderna, as meninas querem crescer e se tornar adultas e desejadas o quanto antes.

Podemos pensar aqui na erotização da infância, que progressivamente assola as novas gerações. Apresentadoras de programas televisivos destinados a crianças são loiras, vestem roupas sexies, etc. Ao mesmo tempo, podemos refletir também sobre uma infantilização da vida adulta.

Pois se o modelo de beleza feminina é uma boneca, cujas proporções são impossíveis de serem reproduzidas em mulheres reais, estamos todas projetando no espelho a imagem idealizada de um ser plástico, vendido juntamente com outros valores acoplados em seus acessórios e modelos: a roupa de grife que ela usa, a Ferrari que ela conduz, o sapato de salto altíssimo, o penteado blonde alisado e brilhante, o iPod da moda.

Patrícia Kaufmann escolheu a Barbie, seduzida pela potência e complexidade desse símbolo, para ser a moldura de sua criação artística.

Quando, há quatro anos, começou a utilizar a boneca como tema, suas imagens eram constituídas de pinturas, com máscaras que reproduziam os contornos da boneca nas posições frontal ou lateral.

Esses contornos eram transportados às telas como marcas registradas, padronagens que cobriam as superfícies pintadas nos tons vermelhos e rosas, sublinhando a impessoalidade do símbolo. Tornaram-se máscaras míticas, à medida que resistiam ao tempo, conceito embutido nas várias camadas de tinta que cobriam a tela, revelando e escondendo novas combinações de tons, como antigos palimpsestos.

Cabe aqui destacar o fato de que a artista não utiliza tintas prontas. Cada cor sua é única, fabricada in loco, na ação das misturas feitas com pigmentos e base acrílica. Há momentos em que ela se inspira e perde a fórmula, apagando as possibilidades de repetir tonalidades. Eis uma forma de pintar que se contrapõe à massificação do símbolo Barbie.

No decorrer do tempo, enquanto o conceito ganhava força na obra, surgia a necessidade de articular outras noções de forma e de identidade na boneca. Patrícia viu-se atraída pela ideia de sair da pintura e conduzir sua figura emblemática rumo à tridimensionalidade.

A carreira de Patrícia Kaufmann tinha até então um perfil voltado à criação bidimensional. Dedicou-se à pintura, tendo como professores, entre outros, a carioca Beatriz Milhazes, na Escola do Parque Lage do Rio de Janeiro. Em São Paulo, na Faap, dedicou-se também à gravura, tendo Cláudio Mubarac como um professor referencial.

Articular o objeto em si seria um grande desafio a partir de então.

Sem economizar na exuberância das imagens, que muitas vezes lembram cenas de filmes do espanhol Pedro Almodóvar, o trabalho da artista ganha então um certo humor, ao mesmo tempo que se torna mais fabulístico e crítico.

Uma espécie de estante com seis divisórias parece reproduzir as vitrines do chamado Red District, em Amsterdã, na Holanda, onde prostitutas se expõe como objetos, exibindo-se e convidando potenciais clientes, através da transparência das janelas. Cada pequeno ambiente criado por Patrícia exibe uma ou mais bonecas vestindo lingeries feitas de lantejoulas e vidrilhos, saltos finos, adornos exagerados. Tudo isso cercado de um ambiente cuidadosamente desenhado com mini-objetos, que vão de móveis a garrafinhas de bebida.

É muito singular a combinação entre força crítica e lúdica que se articula nessa miniaturização do erotismo. De fato, uma das características da obra de Patrícia Kaufmann está justamente na delicadeza bem humorada com que ela põe o dedo na ferida de uma das questões mais indigestas no que diz respeito à educação e ao posicionamento sexual da mulher na sociedade ainda hoje.

Go, go! é outra escultura-objeto que desperta um misto de atração e negação. Uma Barbie de peças intímas feitas com vidrilho vermelho e salto segura num cabo vertical e fica girando num pedestal, banhada com luz halógena.

Aqui, a objetificação do feminino se encontra com a cultura popular de massa, mostrando uma cena que em muito me fez recordar da pole dance, dança erótica executada em torno de um cabo vertical por uma personagem da novela das oito da Globo e que pretendeu tornar-se um modismo em academias.

Playboy é a mais bem humorada e ao mesmo tempo incômoda das obras. A lendária revista vem cuidadosamente guardada numa bela caixa, como se fosse um tesouro. A artista refez a própria edição, colocando a Barbie como a grande protagonista da história.

Frases do tipo “Queremos Barbie” ou “Sim, a moça chegou lá” viram manchetes de páginas coloridas, mostrando a boneca em poses sensuais, relacionando-se com o centro político brasileiro e o cartão postal da arquitetura modernista: Brasília. Em meio aos edifícios projetados por Niemeyer, a boneca emana um simulacro de poder. Trata-se de um poder inócuo e infantilizado tendo a Esplanada como pano de fundo.

Na contra capa da revista, a Barbie Proxac, escancara o uso já corriqueiro das drogas anti-depressivas—o nome do produto inventado aqui substitui o j pelo x--que compõem o cenário de uma vida contemporânea, cada vez mais necessitada de aparatos e artifícios para se sustentar.

Já Sentido, uma caixa com seis bonecos, expõe o avesso da feminilidade forçada da Barbie. Bonecos Max Steal, aqueles contrapontos masculinos super viris, musculosos e com roupas de exército, se equiparam a uma cabeça Barbie, que se transpõe ao corpo masculino. Todos se revelam perigosos e eficientes esteriótipos sociais.

Junto às pinturas e aos objetos, Patrícia Kaufmann mostra uma série de desenhos feitos em papéis artesanais com padronagens diversas. Escolhidos sempre a partir de uma combinação de tons, que vai de rosas a vermelhos, os papéis se tornam panos de fundo para silhuetas negras da Barbie.

A artista conta que se inspirou aqui na obra contundente da artista negra norte-americana Kara Walker, cujo trabalho muitas vezes articula silhuetas, como em teatros de bonecos. A Barbie é claramente um boneco, uma articulação da fantasia masculina que as mulheres também compraram.

* Kátia Canton é PhD em Artes Interdisciplinares pela Universidade de Nova York e livre-docente em Teoria e Crítica de Arte pela ECA USP. É docente e curadora do Museu de Arte Contemporânea da USP e autora de vários livros.

Por Aline Ebert
Fotos: Patrícia Kaufmann/Divulgação

Friday, January 16, 2009

TUPYEXXX NO PROGRAMA METRÓPOLIS

Metrópolis - Obras de pergaminhos na Tupyexxx – Mulder

Depois da invenção do papel pelos chineses o pergaminho deixou de ser usado. Agora volta a cena para ser usado nas obras Tupyexxx – Mulder III.

Tuesday, January 6, 2009

Saiu no Portal ONNE

Arte em pergaminho

por Redação ONNE


Exposição coletiva explora funcionalidade do material e criatividade dos artistas


A mostra TUPYEXXX-MULDER III, que rola em São Paulo, reúne artistas de diferentes estilos com obras feitas a partir de uma base em comum: o pergaminho. Os trabalhos exploram o conceito multifuncional do precursor do papel, usado para a escrita e para a fabricação de cestos, redes e pequenas embarcações.
"Estórias Andantes" (2008), Beth Turkieniez (Divulgação)

O grupo TUPYEXXX-MULDER é composto por Beth Turkieniez, Elaine Gomes, Fonthor, Isabelle Ribot e Patrícia Kaufmann, tendo Magy Imoberdorf como convidada.
"Cabra sobre Cabra" (2008), Elaine Gomes (Divulgação)

A exposição, a terceira do grupo, é dividida em duas partes: a primeira tem a base comum do pergaminho, e a segunda reúne obras selecionadas pela galerista Monica Filgueiras.
"Nave Sino Paleophonica" (2008), Fonthor (Divulgação)

"La Voyage Inachevé" (2008), Isabelle Ribot (Divulgação)

"Barbie não tem só 50 ano" (2008), Patricia Kaufmann (Divulgação)

"Menina de Lençóis Bahia" (2008), Magy Imoberdorf (Divulgação)

TUPYEXXX-Mulder III na Mônica Filgueiras

Mônica Filgueiras Galeria de Arte inaugura a mostra TUPYEXXX-Mulder III onde o grupo satisfaz um de seus desejos e recebe a participação de um artista convidado: Magy Imoberdorf, e todos decidem, com muito humor, competência, habilidade, respeito às diferenças e talento, enfrentar o desafio de, a partir de um mesmo suporte – pergaminho - deixar nascerem as obras que suas hábeis mentes são capazes de criar.

Exposição: TUPYEXXX-Mulder III
Abertura dia 13 de janeiro, terça feira, das 18h às 22h.
De 14 de janeiro a 21 de fevereiro de 2009.
Segunda a sexta, das 10h30 às 19h30; sábado, das 10h30 às 15h.
Texto: Monica Filgueiras
Nº de obras: 12
Técnica : pergaminho, mista s/ tela, nanquim, acrílico, madeira, plástico, tecido, vidro, papel, metal, papelão, espelho, assemblage, lápis de cor e outros.
Dimensão: variada
Preço: de R$ 2.000,00 a R$ 20.000,00

Monday, December 8, 2008

WAKABAYASHI - DICA DO VIDEOCAST DA FOLHA - em 08 de Dez.

"Wakabayashi 2008 -100 Anos da Imigração Japonesa no Brasil" é o nome da exposição que está em São Paulo, no Espaço Arte M. Mizrahi, no shopping Higienópolis. A mostra, que começa no dia 9 de dezembro e segue até o dia 15 do mesmo mês, reúne 25 de trabalhos do artista plástico kazuo Wakabayashi. As obras multicoloridas compõem uma arte não-figurativa, em que as formas são vitalizadas por efeitos de textura e pesquisa de cores. Entre os temas estão: o teatro japonês, as formas circulares e o pássaro em formato de origami.

Onde: Shopping Patio Higienópolis - Espaço Arte - av. Higienópolis, 618, Higienópolis, região central, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3823-2828/2957.
Quanto: A entrada é gratuita.

Friday, December 5, 2008

LEILÃO DA BOLSA DE ARTE/RJ EM SÃO PAULO











A Bolsa de Arte do Rio de Janeiro realiza o último pregão de sua agenda de 2008 no dia 9 de dezembro, às 21:30hs.
Depois de 12 anos ausente do mercado paulista, os leilões que tradicionalmente tem ocorrido no Rio de Janeiro, voltam a acontecer na cidade de São Paulo com edições anuais a partir deste ano. São 130 lotes, de 89 artistas, com pinturas modernas, pinturas do século XIX e início do século XX, arte sobre papel, abstrata e geométrica bem como esculturas. Todas as obras estão em exibição durante a semana anterior ao leilão, que ocorre em noite única, aberto ao público e com entrada franca nos endereços da Bolsa de Arte no Rio e São Paulo. Os destaques são os trabalhos de artistas como Di Cavalcanti, Beatriz Milhazes, Firmino Monteiro, José Pancetti, Guignard, Krajcberg, Bonadei, Cícero Dias, Hélio Oiticica, Djanira, Iberê Camargo, Vicente do Rego Monteiro, Volpi, Ivan Serpa, Milton DaCosta, Tunga.
De acordo com Jones Bergamin, o leilão servirá para ver se há uma crise real no mercado de arte, e o grande teste são dois lotes: um da artista plástica carioca Beatriz Milhazes e outro do pintor modernista Di Cavalcanti, que podem alcançar valores de até R$ 800.000,00.

Histórico da Bolsa de Arte
A Bolsa de Arte do Rio de Janeiro foi criada no ano de 1970 pelas mãos do empresário José Carvalho. Inovando para os padrões da época, a Bolsa de Arte criou um Corpo de Conselheiros formado por personalidades e colecionadores como Antônio Salgado, Gilberto Chateaubriand, Hélio Beltrão, Jean Boghici, João Condé e José Thomaz Nabuco, entre outros. O principal objetivo permanece inalterado mais de três décadas depois: ativar o mercado de Arte Brasileira através de leilões periódicos. A grande estréia foi durante um luxuoso leilão acontecido no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
Em 1973 José Coimba passa a responder pela direção administrativa. No mesmo ano o escultor Bruno Giorgi propõe a realização de uma exposição dedicada à memória do fundador da Bolsa de Arte, José Carvalho. Em 1985 Jones Bergamin assume a presidência da Bolsa de Arte do Rio de Janeiro. Nos últimos 30 anos, uma das principais características da Bolsa de Arte é o rigor profissional na seleção de obras, o que tornou seus leilões uma referência nacional, alçando-os como um verdadeiro termômetro do mercado de arte brasileira.

Jones Bergamin (Nova Prata, RS, 1951) - Empresário Cultural
Autodidata, fixou-se no Rio de Janeiro no início dos anos 70, nessa ocasião prestou vestibular para Física, obtendo o segundo lugar. Trabalhou como marchand independente no Rio e São Paulo. Na década seguinte transforma-se em agente da maior operação já ocorrida no mercado de arte carioca, quando comprou a tradicional casa de leilões e exposições, a Bolsa de Arte do Rio de Janeiro. Atualmente vem desenvolvendo atividades da área de artes visuais entre Nova York, Rio, São Paulo, Buenos Aires, Londres, Paris, acompanhando o movimento de feiras internacionais de arte em algumas dessas cidades. Dedica-se, no Brasil, a montagens de exposições de caráter retrospectivo de grandes nomes nacionais como Iberê Camargo, Joaquim Tenreiro, Mira Schendel, Antônio Bandeira, Maria Polo e Roberto Burle Marx, de quem foi amigo. Instalou em São Paulo a Galeria Bergamin na qual apresentou obras de José Rezende, Milton Da Costa, José Bento, Iberê Camargo, e coletivas temáticas como "Fragmentos - Modernismo na Fotografia Brasileira", "As Bienais", "Através ou A geometria comprometida" e "Arte Cinética - América Latina".

RAQUEL TARABORELLI NO SITE PORTO CULTURA

Raquel Taraborelli na Galeria Romero Britto

02/12/2008 - 10:06

Raquel Taraborelli - Vaso de dalias no ateliê 100 x 100 2008b (Foto: Divulgação)
A artista plástica Impressionista, Raquel Taraborelli, inaugura exposição na Galeria Romero Britto com 10 trabalhos em óleo sobre tela, caracterizados por suas pinceladas sobrepostas e nuances de cores ritmadas, inspirado em seu jardim e campos da Espanha. Abertura dia 09 dezembro às 19h.

Exposição: Raquel Taraborelli
Local: Galeria Romero Brito – www.romerobritto.com.br
Rua Oscar Freire, 562 -São Paulo
Tel.: (11) 3062.7350
Abertura: 9 de dezembro- terça-feira - às 19hs.
Período: de 9 a 20 de dezembro de 2008
Horário: de segunda a sexta, das 10 às 21hs;
Sábado e Domingo, das 10 às 18hs.
Nº de obras: 10
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: de 80 x 100 cm a 130 x 190 cm

A artista plástica Raquel Taraborelli abre mostra individual na Galeria Romero Britto exibindo seus temas ligados a natureza, enfocados em jardins, paisagens e campos floridos. Nesta exposição para a qual foi convidada, os 10 trabalhos em óleo sobre tela, em grandes formatos, são inspirados no jardim de sua casa na interior paulista e em campos de Espanha. As pinceladas sobrepostas e nuances de cores ritmadas e vibrantes, são os principais elementos de sua pintura, caracterizando as influências da artista na pintura impressionista.

Formada em engenharia de alimentos, Raquel Taraborelli não exitou em trocar a carreira de engenheira para se dedicar profissionalmente às artes a partir de 1975. O incentivo maior foi em 1987, quando Pietro Maria Bardi (MASP), como jurado no Salão de Artes de Piedade, SP, concedeu-lhe medalha de ouro. Desde então, dedica-se continuamente ao estudo da Escola Impressionista e considera a natureza de Claude Monet, a sua principal inspiração. Nas obras da artista, percebe-se claramente a referência ao pintor francês, mas a extensa pesquisa desenvolvida por Raquel permitiu que ela chegasse a uma precisão técnica muito particular.

Raquel Taraborelli é natural de Avaré, interior de São Paulo. Atualmente, vive e trabalha em Votorantim, onde idealizou a casa em que mora, rodeada por um jardim tipicamente impressionista com lavandas, rosas, dálias, margaridas e gerânios, fonte inesgotável para sua palheta de cores e seus temas.

Confira mais duas obras da artista:

Raquel Taraborelli - Cadeiras azuis e a roseira - Espanha 80 x100 2008b
Raquel Taraborelli - Cadeiras azuis e a roseira - Espanha 80 x100 2008b (Foto: Divulgação)

Raquel Taraborelli - Papoulas e amarelinhas - Espanha 100 x 150 2008b
Raquel Taraborelli - Papoulas e amarelinhas - Espanha 100 x 150 2008b (Foto: Divulgação)

Fonte: Silvia Balady - Balady Comunicação

WAKABAYSHI NO GUIA DA FOLHA ONLINE

27/11/2008 - 07h39

Telas de Wakabayashi unem técnicas japonesas com ouro brasileiro


da Folha Online

A partir de 10 de dezembro, a exposição "Wakabayashi 2008 -100 Anos da Imigração Japonesa no Brasil" do artista plástico nipo-brasileiro Kazuo Wakabayashi entra em cartaz no Espaço Arte M. Mizrahi, no shopping Higienópolis, em São Paulo.

Divulgação
Obra em cartaz na exposição "Wakabayashi 2008 - 100 Anos da Imigração Japonesa no Brasil"
Obra da exposição "Wakabayashi 2008 - 100 Anos da Imigração Japonesa no Brasil"

A mostra reúne 25 trabalhos, em técnica mista sobre tela, da mais recente fase do artista, caracterizada por um preciso estudo de cores, e aplicação no uso das tintas e materiais inusitados como polímeros sintéticos, folhas de ouro e de prata na elaboração das composições. O trabalho final resulta em belíssimas imagens multicoloridas. As telas podem ser compradas e possuem valores que variam entre R$ 4.900 a R$ 60 mil.

O artista pratica uma arte não-figurativa em que as formas são vitalizadas por efeitos de textura e por uma densa pesquisa de cores. Os elementos que mantêm a tradição Japonesa como o kabuki (teatro japonês), Mari (formas circulares), Oshidri (pássaros em vôo), Orizuko (pássaro em formato de origami), OshidoriI (o tema da dualidade, par, casal) estão presentes no trabalho de Wakabayashi.

Kazuo Wakabayashi nasceu em Kobe (Japão), em 1931. Quando chegou ao Brasil, em 1961, já era pintor formado, com individuais e participações em mostras coletivas em seu país de origem.

Shopping Patio Higienópolis - Espaço Arte M. Mizrahi - av. Higienópolis, 618, Higienópolis, região central, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3823-2828/ 2957. Seg. a sáb.: das 10h às 22h; dom.: das 14 às 20h. De 10/12 a 15/12. www.espacoarte.com.br

Tuesday, November 25, 2008

Meu Amigo RENATO ROSA

As obras do Renato que estão expostas em Porto Alegre, na Casa de Cultura Mario Quintana. Ele não faz arte. Ele É ARTE!!!!!